A União Europeia anunciou este mês um novo investimento de 330 milhões de euros no programa Euratom, focado em acelerar a investigação em energia de fusão e tecnologias nucleares de nova geração. Paralelamente, a China abriu em março de 2026 as suas principais instalações de fusão (como o reator EAST) à colaboração internacional, intensificando a corrida pela “energia das estrelas”.
A fusão nuclear é considerada o “Santo Graal” da energia por ser limpa, segura e virtualmente inesgotável. Estes investimentos mostram que a transição energética está a olhar para além de 2030, investindo em soluções de base para o final do século.